Janeiro de 2017:


As revolucionarias e inovadoras técnicas da Programação Neurolinguística têm sido utilizadas por vários segmentos com os mais variados propósitos, da cura de males físicos a uma maior compreensão do ser humano e de suas necessidades.

Nesse trabalho, baseado em pesquisas bibliográficas e relato de experiência, iremos demonstrar como essas técnicas podem ser aplicadas na comunicação das Assessorias de Imprensa maximizando o potencial de suas mensagens e ampliando o espectro de alcance de suas mensagens. Será possível verificar com clareza as contribuições que as técnicas propostas na Neurolinguistica podem trazer a comunicação praticada nas Assessorias de Imprensa.

Dessa forma poderemos checar as possibilidades do uso das técnicas da Neurolinguistica na comunicação praticada nas Assessorias de Imprensa, comprovar que a Neurolinguistica encontra ampla aplicação na comunicação gerada nas Assessorias de Imprensa, mostrar que ao utilizarmos a Neurolinguistica em Assessorias de Imprensa maximizamos o potencial das mensagens emitidas e recebidas e comprovar que a Neurolinguistica pode e deve ser amplamente utilizada nesse segmento.

Para que as propostas aqui expostas atinjam seu objetivo principal que é promover o debate e a utilização dos estudos e técnicas da Neurolinguistica no processo de construção da comunicação nas Assessorias de imprensa, recorrerei à revisão Bibliográfica e ao relato de experiência.

Sabidamente a linguagem jornalística se pauta pelos objetivos que procurar atingir. Assim nas redações de veículos da mídia impressa; jornais, revistas e afins, tem-se uma grande preocupação com a forma, a estrutura gramatical dos textos e a objetividade que deve pautar toda matéria que transmita uma ocorrência factual ou mesmo pressuponha uma mensagem cuja finalidade seja a formação de opinião ou a simples transmissão de um conhecimento técnico, como artigos informativos e, mais aprofundadamente, científicos, como o que nos propomos a produzir. Da mesma forma nas mídias eletrônicas, Televisão, rádios e web, que se utilizam de formatos diferentes da mídia impressa, cujo audiovisual é a ferramenta mais utilizada, posto que textos são também muito utilizados nessas modalidades, porém com visíveis diferenças de formatos daquela, a preocupação será sempre a de se fazer entender pelos receptores dessas mensagens. Assim nas Assessorias de Imprensa, aonde essas mesmas mensagens podem ser produzidas com finalidades especificas de informar fatos, formar opinião e produzir conhecimento, existe terreno propicio para se aplicar e desenvolver as técnicas propostas na Programação Neurolinguistica no sentido de dar ênfase a essas mensagens, maximizar o potencial de alcance das mesmas e atingir mais plenamente os objetivos pretendidos.

Sou jornalista há mais de 30 anos com uma vasta experiência em Assessorias de Imprensa. No momento coordeno a área de comunicação nacional de uma agremiação política que tem estado em constante estado de alerta pelos acontecimentos recentes que tem sacudido a administração e o governo em nosso país e mesmo em escala global. Na comunicação diária que mantenho com pares e com parceiros do setor, seja escrita, oral ou audiovisual é recorrente a necessidade sempre premente de se fazer ouvir e, mais, ser plenamente entendido nas mensagens que emitimos e entendermos com clareza as que recebemos e encontro nas técnicas da Neurolinguistica ferramentas excepcionais que quando aplicadas podem ser a grande diferença.

Dessa forma procuraremos comprovar, através da prática e de um mergulho na literatura acessada sobre o tema, que a absorção e aplicação da Programação Neurolinguistica nas Assessorias de Imprensa enriquece e torna mais transparente as mensagens emitidas e recebidas.

Pretendo com esse estudo dar uma contribuição pessoal a essa área que tem necessidade de ser cada vez mais objetiva e clara quanto aos seus próprios propósitos e daqueles a quem representa.